26 de março de 2013

É algo que nunca morre

É algo que nunca morre
Que me espreita a cada rua deserta
Como um fantasma, a assombra-me
Não se apaga
Vem de repente
Muda meu rumo e minha mente
É algo que me assusta
Pois o medo me dá coragem
Pra seguir e não olhar para trás
Pra dizer o que não posso mais
Que fui vítima e ladrão
Dei o que tinha, e o que não tinha
Roubei meu próprio destino
Meu agora
Um amor que ainda guardo
Morto e inacabado
Seguindo-me
Mostrando-me
A cada sonho, que o pra sempre
Sempre acaba

(Lara Almeida)

2 comentários:

  1. meu poema no blog! Valeu Bel (: muito sucesso no teu blog e continue achando soluções construtivas para a vida da sociedade hahaha

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    Respostas
    1. Eu que agradeço, mande sempre que quiser!
      Beijos.

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